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Imagem: Paramount Pictures/Divulgação (frame do trailer oficial)

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Street Fighter estreia quinta no Brasil: o que as primeiras reações elogiam e criticam

Por Redação · (14 out 2026)

O novo Street Fighter chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15), e as primeiras reações de quem já viu o filme apareceram na terça (13). O saldo, segundo o Ei Nerd, é de maioria positiva, mas longe de unânime: há quem fale em uma das maiores adaptações de videogame de todos os tempos e quem diga que o roteiro perde o rumo. A seguir, o que cada lado aponta.

O que as primeiras reações elogiam

O elogio mais repetido vai para a ação. De acordo com o resumo do ComicBookMovie, que reuniu publicações nas redes sociais, as lutas e os flashbacks em animação 2D foram bastante celebrados, e Andrew Koji, o Ryu, e Noah Centineo, o Ken Masters, receberam os maiores aplausos entre os atores.

Os comentários citados pelo Ei Nerd seguem na mesma linha. Thomas Ellinidis, do One Take News, escreveu que o filme é “uma das maiores adaptações de videogame de todos os tempos”. Brandon Davis gostou do tom leve e chamou o resultado de um momento divertido, bobo e destemido, com destaque para Ryu, Guile e Akuma. Andrew J. Salazar disse que o filme é um sucessor melhor de Mortal Kombat (1995) do que as versões recentes, e Maude Garrett contou mais de cem referências escondidas para os fãs dos jogos.

Esses números e frases vêm de críticos e comentaristas individuais, que publicaram suas impressões logo depois da exibição. São opiniões iniciais, não a avaliação consolidada que só aparece quando o filme chega ao grande público.

Onde o filme divide opiniões

A parte menos entusiasmada das reações mira o roteiro e o humor. Bill Bria elogiou o visual, mas escreveu que o filme “literalmente perde o fio da meada vezes demais”. Tessa Smith, do Mama’s Geeky, foi a mais dura: para ela, apesar da boa animação e das lutas, o filme fracassa no conjunto. Outro comentarista apontou problemas no humor e na forma como Chun-Li e Bison são retratados, enquanto Chris Killian, em sentido oposto, preferiu justamente o tom autoirônico, que ele descreveu como uma sátira ao machismo tóxico dos anos 1980.

Também aparecem queixas sobre personagens subaproveitados e sobre o final. Várias publicações mencionam um desfecho abrupto, com uma cena de ação final apressada que alguns leram como gancho para uma continuação, a chamada isca de sequência. O resumo do ComicBookMovie e o texto do Ei Nerd registram esse ponto, e aqui não entramos em detalhes sobre o final para preservar a experiência de quem ainda vai assistir.

Elenco, trama e bastidores

O filme se passa em 1993. Segundo o Arkade, que cobriu o primeiro trailer divulgado pela Paramount em abril, Ryu e Ken são chamados de volta ao ringue por Chun-Li para o Torneio dos Guerreiros do Mundo, que esconde uma trama perigosa e os obriga a enfrentar um ao outro e o próprio passado.

Além de Koji, Centineo e Callina Liang (Chun-Li), o elenco tem Cody Rhodes como Guile, David Dastmalchian como M. Bison, Jason Momoa como Blanka, Curtis “50 Cent” Jackson como Balrog, Joe “Roman Reigns” Anoa’i como Akuma, Andrew Schulz como Dan Hibiki, Vidyut Jammwal como Dhalsim e Eric André como Don Sauvage. A direção é de Kitao Sakurai, que assumiu depois da saída de Danny e Michael Philippou do projeto, de acordo com o ComicBookMovie. Paramount, Legendary e Capcom assinam a produção.

O trailer também trouxe uma versão inédita de uma faixa de Tupac Shakur gravada nos anos 1990, segundo o Arkade, um detalhe que reforça a ambientação da época.

Bilheteria e expectativa

Antes das reações, o O Vício publicou as primeiras projeções de bilheteria: entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões no fim de semana de estreia nos Estados Unidos, números do Box Office Pro e do Box Office Theory, que não são dados oficiais do estúdio. O mesmo texto afirma que o orçamento pode ter chegado a US$ 120 milhões e que este é o primeiro lançamento da Skydance depois da fusão entre Warner Bros. e Paramount.

Para quem pensa em ir ao cinema, a leitura mais honesta das reações é esta: o filme parece agradar bastante quem busca luta, referências e um tom despreocupado, e incomodar quem espera uma história redonda e personagens bem aproveitados. A decisão, como sempre, só fica completa depois da sessão.

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